Registo de marca em Portugal: proteja o seu negócio (2026)
Quem vende, abre loja ou faz e-commerce em Portugal costuma deixar a marca para depois — até alguém registar o nome antes, ou pedir que você mude tudo. Registar a marca cedo é o que evita essa dor de cabeça.
Por que registar
A marca (nome, logótipo) é dos ativos mais valiosos e mais fáceis de copiar. Sem registo, é muito difícil impedir que outros usem o seu nome. Em Portugal, o registo é feito no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) — registada, você passa a ter o direito exclusivo de usar a marca no âmbito indicado.
Nominativa, figurativa ou mista?
Há três tipos: nominativa (só texto), figurativa (logótipo) e mista (texto + imagem). Escolher o tipo certo — e se vai reivindicar cores — define o alcance da proteção. Errar aqui pode proteger de menos, ou levar o desenho a ser recusado por não cumprir requisitos.
A "classificação de Nice" é onde mais se erra
No registo, indica-se em que produtos/serviços a marca será usada, segundo a classificação de Nice. Classe errada significa não cobrir o que você realmente faz — registo quase inútil. Por isso, o melhor é descrever em linguagem simples o que você vende e deixar a classificação com quem entende.
Tropeços comuns
Imagem fora das especificações do INPI; classe errada ou em falta; marca parecida não verificada antes e recusada a meio; procuração mal feita travando a submissão. Cada um parece pequeno — juntos, arrastam o processo.
Sozinho ou com apoio?
Se conhece o INPI e as classes, pode tentar. Mas registo errado custa tempo e oportunidade. Quem quer proteger a marca com segurança costuma preferir um serviço que organiza tudo, sugere a classe, gera e assina a procuração e submete ao INPI.
Registe a sua marca em Portugal
€1000, tudo incluído: organização · sugestão de classe · procuração assinada online · submissão ao INPI · taxa oficial de 1 classe de Nice incluída.
Ver registo de marcaConteúdo informativo, não constitui aconselhamento jurídico. O registo final depende da aprovação do INPI.
